Um loosho!

Ler continua sendo um loosho.

Posted on: fevereiro 3, 2011

(O post hoje será curtinho, rápido, por motivos pessoais: dor de dente)

Um loosho em muitos sentidos. Ler é um luxo quando falamos de livros impressos, por causa do preço.  No Brasil, comprar um livro por mês, não é coisa pra qualquer um. Ler também é luxo por aumentar o seu vocabulário, por te fazer sonhar, viajar, por te dar mais conhecimento, por passar o tempo, tirar o estresse, e mais, e mais, e mais.

Qualquer tipo de leitura te faz passar por tudo isso, mas hoje, especificamente, quero falar de livros, não de revistas ou sites. Por que a maioria  das pessoas não gosta de ler? Eu tenho várias teses sobre isso, mas pra não ser polêmica, evitarei divulgá-las :)

Só queria perguntar uma coisa pra você, que evita livros a todo custo: já parou pra pensar como você consegue passar horas em frente ao computador, lendo, lendo, lendo, mas não consegue passar 30 minutos por dia com um livro perante os olhos? Estranho, né? Você não é obrigado a ler o que não gosta, tem tantos assuntos, tantos estilos, tantos autores! Não é possível que  não encontre um do seu gosto. Não gosta de literatura clássica brasileira? Tente algo mais moderno. Não gosta de história sérias, dramáticas ou trágicas? Tá cheio de livro divertido nas prateleiras. Não gosta de autores brasileiros? Tente os americanos, os alemães, os russos…os chineses!

O meu  preferido é de um alemão, Johann Wolfgang von Goethe, ou apenas Goethe mesmo, pra não enrolar demais a língua. Os sofrimentos do jovem Werther, que considero a maior obra-prima da literatura. Mas isso é questão de gosto, tem gente que o considera o livro mais chato do mundo.

No Brasil, meu autor preferido é o Rubem Fonseca. Já li a grande maioria de seus livros. Dei uma desanimada, e fazia tempo que não pegava nada pra ler, até que uma grande amiga, @annelolis, me deu de presente um livro da Agatha Christie, chamado Os elefantes não esquecem. Por incrível que pareça é primeira vez que leio algo dessa autora, e tô gostando bastante. Também gosto muito da autora britânica Sophie Kinsella, que escreve com muito humor, livros leves e divertidos, pra quando você não quer outra coisa da vida, a não ser uma boa futilidade. Adoro a série da Becky Bloom, que começa com o livro Os delírios de consumo de Becky Bloom. Tenho todos, são cinco, ao todo. E parece o sexto vai ser lançado, ou já foi, recentemente. Tenho que procurar.

E você, qual seu livro preferido? Conta aí! Ou me conta os motivos pra não conseguir sentar-se e tirar um tempinho do seu dia fazendo uma boa leitura Ѽ

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9 Respostas to "Ler continua sendo um loosho."

Aaaaahhh! Fico feliz por saber que eu te dei algo pra ficar entretida e satisfeita! Mesmo, mesmo, ganhei meu dia! :)

Eu AMO livros, e não falo isso pra pagar de intelectual. Eu adoro mesmo, o objeto, é uma espécie de fetiche, tenho vários e trato muito bem de todos eles. Por questões de urgência, ultimamente tenho lido somente livros da minha área (não posso dizer que “infelizmente”, porque eu gosto muito), mas ano passado eu li bastante literatura. E pra puro entretenimento e diversão, sem pretensões MAIORES da alma, minha autora favorta é, disparado, a Agatha Christie. Se quiser, tenho vários livros dela à sua disposição. Alguns deles eu ainda nem comecei. :)

Vixe, cocota :)
Assim que puder, pegarei alguns emprestado!

Adorei o post. Adoro ler e até estava a procura de indicações de autores. Como tudoi na vida, tem dias que a gente quer algo mais consistente, outros mais leve. Descobri uma autora irlandesa que eu adoro. É a Marian Keyes. Os livros dela são para aqueles dias que você quer se divertir sem raciocinar muito. Já foram acho que oito títulos (li todos!). Talvez o mais famoso seja o Melancia, que adorei! De forma leve a autora nos leva para pensar coisas que poderiam acontecer com qualquer uma de nós. A temática principal em todos os títulos são problemáticas de mulheres de 30 anos: amores, trabalho, amigas. Divido com vocês esta dica. #Adoro

Oi, Carolina!
Eu conheço o livro Melancia, mas nunca li. Não sabia nem a temática dele. Já que você disse que é bom, e que esse ano faço 29 anos, assim que der vou procurar lê-lo! :)

Eu amo ler! Me afundo em dívidas quando vou a qualquer livraria (quando é a Cultura ou a Saraiva Mega Store, nossa, a gata pira! rsrs). O meu preferido é Orgulho e Preconceito da Jane Austen (aliás, adoro todos os livros dela!), tenho algumas versões em português, inglês, ebook, etc.

Estou entre os que consideram Goethe chato. Não via a hora de chegar no fim do livro pra acabar o MEU sofrimento. Mas Rubem Fonseca eu amo. E adoro Saramago, que muita gente acha chato com aquela narrativa longa e sem pontuação. Um autor americano que descobri somente há uns 2 anos e me apaixonei é o Fitzgerald. Também ganhei um livro da Virginia Woolf. Na verdade, leio até bula de remédio. =P

É o Goethe, é o Goethe, é o Goethe, é o Goethe, é o Goethe, é o Goethe! (/gaiola das cabeçudas)

Mônica, eu li um ótimo do Tom Wolfe (I´m Charlote Simmons) mas não consegui passar da página 100 do Fogueira das Vaidades. Ele é o meu Goethe.

Um autor fantástico que me fez ler até poesia é o Mark Haddon. “O Estranho Caso do Cachorro Morto” é fininho e genial, além de super humano.
*
Fiztgerald é muuuuito bom!

El tbn adoru ler, notá-ce pelo meu vocabulario finicimo, naum eh? Meu altor prefirido eh o Mauricio de Souza!

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Tá, na verdade eu não consigo parar pra ler. Pra ser franco, acho que livros mesmo, terminei de ler apenas 2, ainda que eram meio que obrigatórios. Aulas de leitura!

Mas, começar a ler, já comecei várias vezes. O problemas é que sempre paro na metade ou nem lá chego :/ Ainda que acho umas das coisas mais Loosho do mundo aquelas cenas de filme em que um garoto passa horas na biblioteca escolhendo livros..ou tambpem aquela cena que alguem fica no quarto lendo, num dia chuvoso, numa mesinha e com chocolate quente e de suéter .he

Ler que é bom…………………

Muito bom o post e a ideia! Adoro dicas de livros e acho que o mundo seria bem mais agradável se as pessoas lessem mais e soubesse conversar melhor. Enfim.

Li um muito bom recentemente, que foi ultra-barato (adoro um pocket book baratinho), chamado Lendo Lolita em Teerã – memórias de uma resistencia literária. A autora Azar Nafisi fala de um grupo de mulheres que se reunia no Irã, por volta de 1979, para conversar sobre literatura ocidental proibida. Obras como Madame Bovary e Lolita eram discutidas, em pleno periodo revolucionário. Achei bacana! :)

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