Um loosho!

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Sábado fui entregar o quarteto de sombras que sorteei aqui no blog, para a @liafalima, lá na Confeitaria Sublime. Adorei conhecê-la, é um amor de pessoa, e foi logo sacando um pincel da bolsa e passando as sombras, ali mesmo. Morri de rir.

Após isso, resolvi ir conhecer a nova Praça Luíza Távora, que passou por uma super reforma, que custou 1,9 milhão de reais. Vi fotos lá no blog da Carlinha, o Equilíbrio Sempre, e fiquei louca pra ir.

A praça tá toda trabalhada na acessibilidade!  Com rampas em todo lugar, corrimão, e guia no chão (pisos podotáteis), para os deficientes visuais. Foi feita uma fonte, que dança de acordo com a música que está tocando no momento, muito bonita. Gostei porque a fonte é na mesma altura  do chão da praça, não tem bordas, nem baixo relevo. Ficou bem interessante. E não nego, deu vontade de tomar banho, o calor tava enorme.

Querem ver algumas fotos? Desculpem a qualidade, foram tiradas com celular.

Vista de cima da plataforma que leva ao antigo vagão de trem, que virou um café/biblioteca.

A fonte.

 

Na praça já existia um vagão de trem, que era utilizado como biblioteca. Ele foi todo reformado, e agora funciona um café. Infelizmente não são vendidas comidinhas, apenas bebida, e o cappuccino que pedi estava muito fraco, com muita água. Mas valeu a pena, pelo local, pelos livros que estão disponíveis para leitura, e pela companhia. Como sempre, eu estava com o meu amigo, o famoso Xaxá.

 

O vagão. Sou louca pra morar dentro de um.

 

Interior.

 

O cappuccino fraco, e as estantes com livros.

 

Xaxá and me. Não reparem na oleosidade, eu havia passado a tarde no clube de tiro.

 

A praça agora também conta com equipamentes de ginástica, gratuitos! E as pessoas estavam realmente fazendo uso deles. Espero que sejam bem monitorados, e bem cuidados.

 

E espero essa mancha no chão não seja xixi da cachorro.

 

Já que estávamos lá, resolvemos entrar na loja da CEART, que agora funciona até às 21h, juntamente com o café. Pra quem não conhece, o CEART é um centro de artesanato, aqui do Ceará. É mais visitado por turistas, ou cearenses que procuram presentes para dar a amigos que moram fora. É uma vitrine de loosho do artesanato cearense. Há peças em cêramica, madeira, palha, couro, bordados e rendas.

 

 

 

 

A praça é muito frequentada a noite, nos finais de semana, por famílias inteiras. Pra quem tem filho pequeno é um lugar muito bom,  seguro, ótimo pra andar de skate (lá tem uma pista! Esqueci de tirar a foto), bicicleta, patins… A criançada se diverte tanto, que fiquei com vontade de ter 7 anos novamente.

Espero que vocês tenham gostado, e que passem por lá, nem que seja só pra conhecer. Temos que começar a dar valor ao que é feito de bom em nossa cidade. Eu achei que ficou Um Loosho!

 

Localização: na Avenida Santos Dumont, entre as ruas Carlos Vasconcelos e Monsenhor Bruno.

Ceart: Av. Santos Dumont, 1589 (Aldeota)
Telefone: (85) 3101-1644

Ѽ

 

 

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Meu sanguezinho lindo.

Ontem, dia 26/02, foi o dia da campanha que realizei “Doar sangue é um loosho!”, no Hemoce. Vou contar todas as impressões, do início ao fim, pra encorajar quem ainda tem  algum medo.

Infelizmente, de todas as pessoas que se prontificaram em aparecer para a doação, apenas a Lucy (@flows) apareceu, e levou a Paulinha, sua irmã. Lucy é minha amiga há alguns anos, é ruiva, jornalista e é um loosho. Paulinha faz enfermagem na UFC e ficou nos dando algumas diquinhas.  Não vou dar puxão de orelha em ninguém, pois não me convém fazer isso. Acredito que todas as pessoas tiveram empecilhos reais para não poderem comparecer. E caso não tenham tido, não serei eu a dar sermão. A doação é voluntária, então…

Primeiro passamos por um cadastro, onde perguntam nosso endereço e telefone. Logo em seguida, nos encaminham para uma salinha onde verificam a nossa pressão, temperatura, e fazem um micro furinho no nosso dedo, pra colher sangue e saber como está o nosso nível de hemoglobina (não dói nada). Depois, vamos pra uma outra salinha onde passamos por uma série de perguntas, do tipo: usa sempre preservativo? Toma algum medicamento? Faz a prevenção do câncer de ano em ano? Tem apenas um parceiro? Usa drogas? Esse tipo de questionário. Não precisa se envergonhar, eles perguntam tão rápido que nem dá tempo de ficar com vergonha. É importante responder tudo com muita sinceridade, claro. E pronto. Você já fica sabendo se está apto ou não para doar sangue. E eu estava! A Paulinha também. A Lucy, infelizmente, estava com a taxa de hemoglobina baixa, e não pode doar. Mas ela já garantiu que mês que vem aparece lá no Hemoce, pra tentar novamente :)

Recebemos um cartãozinho, que nos dá direito a fazer um pequeno lanche. Um sanduiche de queijo com suco de goiaba. Foto na tela!

Tava bem gostosinho.

 

E pronto! Esperamos 15 minutinhos e fomos para a sala de coleta.

Tá todo mundo querendo saber se doeu, né? Aposto. Pois, eu digo… Doeu, sim. Uma dor tão rápida, que 1 segundo depois, já passou. Não dá tempo nem dizer “ai”. A dica é não olhar pra agulha, quem tem medo delas. Aí, é só relaxar, ouvir música, ver TV, twittar,  ou conversar com a enfermeira. Não dura mais que 10 minutinhos. A bolsa de sangue não fica visível, pois fica embaixo de uma mesinha lateral, ao lado da poltrona, mas claro que pedi pra Lucy tirar foto da minha:

 

Sangue de loosho!

E depois, um flagra da Paulinha, muito concentrada, ouvindo música no seu iPod (e a minha cabeçona sorridente junto):

Fomos de vermelho, como o combinado.

 

Estava tudo muito bom, tudo muito bem. Não senti nada durante a doação. Confesso que estava muito nervosa antes de ir ao Hemoce, fiquei com medo de passar mal, desmaiar. Quando mais nova, poderia ver rios de sangue que não sentia nada. Agora, depois de velha, dei pra me sentir mal só em ver sangue de, sei lá, um pernilongo morto.

A maquininha apitou, avisando que a bolsa já estava cheia. A enfermeira tirou a agulha, doeu só um tiquinho. E eu pedi pra ver a bolsa de sangue. Assim que vi, fiquei com tontura! Já pensou? Passo a doação toda tranquila, e só resolvo ficar tonta ao final de tudo. Mas não foi nada grave, só uma fraquezinha. Fiquei deitada por um tempinho, e pronto. Paulinha é forte, terminou a doação e já saiu caminhando e sorrindo.

Depois, você vai de novo até a cantina e faz outro lanche. E prontinho, já está  liberado pra ir pra casa.

Pra resumir: o processo todo, incluindo as triagens, não dura mais que 40 minutos. É super tranquilo e limpo. As duas enfermeiras que tive contato eram bem simpáticas. E dói um pouco, sim, mas como falei, não dura mais que 1 segundinho.

Eles dão um prazo de 90 dias para você receber, em casa, os exames em relação ao seu sangue, inclusive o de HIV. E também a sua carteirinha de doador.

 

E aí, quem vai atingir primeiro as cinco estrelinhas?

 

Vale muito a pena  doar! Daqui 3 meses, estarei lá de novo. Pretendo continuar indo, de 3 em 3 meses. Ano que vem, pretendo fazer a campanha novamente, antes do carnaval, e espero contar com a participação de mais pessoas.

Adorei ter ido, de verdade! A sensação de estar ajudando alguém, mesmo que desconhecido, é muito boa. E um dia posso ser eu a estar precisando de sangue, né? Você,  sua mãe, seu pai… Espero que não, mas não podemos contar com a sorte. Acidentes acontecem com qualquer um.

Beijos, da mais nova e orgulhosa, doadora da cidade Ѽ

 

 


Jacqueline Brandão

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